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Carnaval 2014 – Orumilá lá ô

Os ensaios do Encanto acontecem na comunidade, com a participação de crianças que colocam pedrinhas em Pets para imitar os abês. Encanto

Mestra domingoAlém destes ensaios a nação tem participado de apresentações e encontros de maracatus como os desse final de semana. Mestra Joana lembrou que o carnaval e a disputa que a premiação gera entre as nações acabam logo, mas as péssimas condições de todos continuam para todo o ano.

Abaixo, mais uma das loas novas do Carnaval 2014

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Encanto marco zero

Carnaval 2014 – Aê Encanto!

O carnaval de 2014 começou a muito tempo. Preparativos mil, ensaios, confecção de roupas e adereços. EnsaiosEncanto marco zero

Os corres para colocar o Encanto na avenida são muitos e envolve muita gente comandada pela mestra Joana Dárc, reconhecida por ser a primeira e até agora a única mulher a comandar o batuque de uma nação de maracatu de baque virado.

Esse ano novamente a TV Pernambuco / Globo Nordeste visitou a sede da nação para entender e divulgar esse fato que ainda é visto por alguns como estranho por algumas pessoas. Veja no link abaixo a reportagem:

http://g1.globo.com/videos/pernambuco/bom-dia-pe/t/edicoes/v/conheca-joana-darc-a-unica-mulher-a-comandar-uma-nacao-de-maracatu-em-pernambuco/3171754/

As loas novas deste ano emocionam a todos que foram aos ensaios na comunidade ou nos ensaios para a Abertura do Carnaval Oficial – Recife 2014

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Toshiro!!!

Toshiro, construtor dos ilús do Ylé Axé Oxum Deym

Toshiro!!!

O Encanto do Pina tem o prazer de apresentar para todos Valdomiro Emori: o famoso Toshiro, mestre artesão!

Alem de ser o fornecedor das cabaças com as quais mestra Joana tem feito seus abes dos últimos anos, Toshiro tem presenteado Jhadyel com inúmeros instrumentos de percussão.

Mas o presente que mestra Joana pede mais agradece à esse mestre artesão, são os ilús do Ylê Axé Oxum Deim, terreiro da nossa yalorixá Mãe Maria da Quixaba

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   Toshiro oficina de berimbauNascido em Butirama, SP, no dia 17 de fevereiro de 1977, a quinta-feira antes do carnaval, Valdomiro Emori ganhou o apelido de Toshiro nas rodas de capoeira.

Seus primeiros contatos com instrumentos musicais foi através das Folias de Reis que percorriam as ruas de onde morava. Começava aí uma trajetória intensa dentro do universo da percussão e da cultura popular brasileira.

A capoeira o levou a viajar por diversas partes do Brasil onde pesquisou instrumentos característicos de cada região mantendo contatos com mestres antigos, conhecedores da construção artesanal de instrumentos presentes na cultura popular brasileira.

Visando aprofundar na arte da fabricação de instrumentos percussivos, viveu de 1996 até 1998 no Japão estudando a arte japonesa.
Em 1998 de volta ao Brasil fez oficinas com Mestre Lua Rasta, grande construtor de instrumentos de Salvador, Bahia.
A partir de 2000 passou a trabalhar exclusivamente com a construção e venda de seus instrumentos musicais sem negligenciar sua participação como percussionista dentro de diversos ritmos e manifestações da cultura popular afro-brasileira.

Iniciou seu contato com o maracatu de baque virado no grupo Ilús de Assuada e depois foi um dos fundadores do grupo Maracatucá, de Campinas, SP. A própria formação do grupo Maracatucá deve sua existência à ele. Foi a partir de seus conhecimentos sobre a construção de alfaias e abes que o grupo confeccionou seus primeiros instrumentos em mutirão, numa oficina sob coordenação e sob a orientação de Toshiro.

 

 

 

Mais tarde, em contato direto com o mestre Chacon Viana, da nação Porto Rico e mestra Joana, mestra da nossa nação, Toshiro Emori foi aperfeiçoando ainda mais os instrumentos ligados ao universo do maracatu e os Ylús, instrumentos dos terreiros de xangô. 
A oficina de Toshiro em Campinas é local de parada obrigatória de mestre Chacon sempre quando está por perto. Ele vai para conhecer os novos instrumentos e testar as modificações de material e formatos, frutos de pesquisas e de diálogos desse mestre artesão com outros construtores  e artistas.

Toshiro comercializa seus instrumentos pela internet [http://ilubrasileiro.com.br], e, aos domingos, na feira de artesanato do Centro de Convivência, em Campinas.

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Ilu, Ilú, Ylu ou Elu –  pode ter mais de uma denominação. É um tipo de tambor afro-brasileiro usualmente utilizado em rituais religiosos, sobretudo na região nordeste do Brasil. Normalmente tocado com as mãos, é construído geralmente sobre uma base de madeira em forma de cruz, sendo primordialmente afinado através de hastes de ferro.

 

 

 

 

 

Mestra Joana arrasa em Paraty, RJ

Mestra Joana em Paraty, RJ

Depois de participar com a nação Porto Rico da apresentação para a gravação do DVD de Cláudia Leitte, mestra Joana embarcou para Paraty, RJ, a convide do grupo Palmeira Imperial para participar dos festejos do aniversário do grupo juntamente com mestre Shacon Viana da Nação Porto Rico.

mestra Joana, Ju e Rafinha
Arrasto palmeira 2Augusto do Palmeira, autor de loas lindas como Na Força do Machado e Trago Flores, iniciou as oficinas falando que sob o verde e branco do estandarte do Palmeira Imperial estavam o verde e vermelho de Porto Rico e o amarelo e azul do Encanto do Pina.

Durante o arrasto de domingo mestra Joana cantou com todos algumas loas do Encanto como Meu tambor tem, Ayrá Baô, Cheguei na beira do mar e No Romper da Aurora.

Foram momentos preciosos para todos os batuqueiros de fora do estado que se esforçam para estar em Recife no carnaval e fazer parte da grande nação Encanto do Pina.

Salve Palmeira Imperial!

Veja abaixo alguns vídeos das Oficinas:

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Mestra afoita!

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A Revista Aurora, do jornal Diário de Pernambuco, trouxe na sua edição do dia 21 de julho uma reportagem sobre mestra Joana D’Arc, única mulher à frente da percussão de uma nação de maracatu de baque virado.

As ruas estreitas e pipocadas de gente da comunidade do Bode, no bairro do Pina, Zona Sul da cidade, levam à sede-residência do Maracatu Nação Porto Rico. As saias rodadas na varanda sinalizam o endereço da única mulher no estado à frente da percussão de uma nação de baque virado. Em 2005, contrariando preceitos do Candomblé, Joana D’Arc Cavalcante, 34 anos, passou a coordenar e apitar o Maracatu Encanto do Pina. Com a permissão dos orixás e a contragosto da casta tradicional do povo de santo, virou Mestra Joana ou Joana do Agbê.

Veja na Internet a reportagem: http://www.old.diariodepernambuco.com.br/revistas/aurora/20130721/